Primeiro na linha sucessória do Governo do Estado, em caso de vacância do cargo de vice-governador, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho (DEM), afirmou que está pronto para assumir o Executivo em uma eventual vitória de Otaviano Pivetta (PDT) na eleição suplementar para o Senado, marcada para ocorrer em abril.

“Eu estou pronto para sentar naquela cadeira”, respondeu Botelho, ao ser questionado por jornalistas sobre a possibilidade de se tornar governador. Pivetta oficializou sua pré-candidatura ao Senado na última semana e deve iniciar campanha em meados de março, após convenção partidária.

Em 2013, quando foi eleito prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM) perdeu seu vice antes mesmo da posse. Na época, o vice-prefeito eleito, o deputado estadual João Malheiros (PR) renunciou ao cargo um dia após ter sido diplomado. Em comunicado à imprensa, o republicano afirmou que longe da Prefeitura, como deputado, poderia ajudar mais Cuiabá do que exercendo a função de vice.

Mauro seguiu sem vice-prefeito pelos quatro anos de mandato. No caso de agora, caso Pivetta vença as eleições e surja a necessidade de afastamento do governador, seja para férias ou viagem internacional, o chefe do Legislativo se torna o primeiro na linha de sucessão.

Botelho já viveu a experiência de comandar o Executivo em 2017, quando o então governador Pedro Taques (PSDB) liderou comitiva do Governo de Mato Grosso para a China e Carlos Fávaro (PSD), à época vice-governador e secretário de Meio Ambiente, foi para a Alemanha para participar da COP 23.

O democrata foi o sexto presidente da Assembleia de Mato Grosso a assumir a chefia do Executivo nos últimos 25 anos. O cargo já foi exercido também por Moisés Feltrin, Humberto Bosaipo, Sérgio Ricardo, Mauro Savi e Guilherme Maluf.

FONTE: OLHARDIRETO

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