O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), com dados sobre desemprego no país, referentes ao segundo trimestre de 2019. Com relação a Mato Grosso, a pesquisa apontou que houve uma pequena queda na taxa de desemprego, de 8,5 em 2018 para 8,1 em 2019, o que para os parâmetros da PNAD Contínua é considerada estável.
  
O tamanho da Amostra da PNAD Contínua por Trimestre Brasil foi de 211 mil domicílios. A pesquisa apontou que nos meses de abril, maio e junho de 2018 a taxa de desocupação (desemprego) em Mato Grosso era de 8,5. Já para o mesmo período deste ano a taxa caiu para 8,1.
 
A PNAD Contínua também apontou que houve queda com relação ao primeiro trimestre de 2019. Nos meses de janeiro, fevereiro e março a taxa de desemprego era de 9,1, ou seja, 0,8 mais alta que no segundo trimestre. Para os parâmetros desta pesquisa, no entanto, a mudança é classificada como “estável”.
Tabela do IBGE.
 
No país, no segundo trimestre de 2019 a taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada) foi de 24,8%. Piauí (43,3%), Maranhão (41,0%) e Bahia (40,1%) apresentam as maiores taxas, todas acima de 40%. Já as menores taxas ocorreram em Santa Catarina (10,7%), Rondônia (15,7%) e Mato Grosso (15,8%).
 
Também foram coletados dados sobre as variações de remunerações dos brasileiros. Em Mato Grosso, houve queda na média de salários de vários setores, mas no total, enquanto no segundo trimestre de 2018 a média era de R$ 2.272, no mesmo período de 2019 a média ficou em R$ 2.318, também considerada estável pela pesquisa.

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