Imagens que não saem da cabeça e rituais aparentemente sem sentido mas impossíveis de abdicar são algumas das manifestações do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

O psiquiatra norte-americano Jeffrey Schwartz, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, não só estudou a fundo — com direito a exames de tomografia do cérebro — de que maneira o transtorno interfere com a massa cinzenta como estruturou e testou um método que alia terapia cognitivo-comportamental e atenção plena (a base do mindfulness). Trata-se de um autotratamento, que pode e até deve ser complementado por sessões com profissionais, dividido em quatro passos.

Schwartz explica como a doença aprisiona o cérebro em um círculo vicioso — ilustrando com casos e relatos de pacientes — e de que forma a autoterapia minimiza ou desata os nós mentais.

Entenda os quatro passos da autoterapia contra o TOC

Renomear: tudo começa reconhecendo que pensamentos e comportamentos obsessivos vêm de um distúrbio, o TOC.

Reatribuir: essas intrusões e rituais não estão relacionados a algo de outro plano, mas são frutos de falhas no cérebro.

Redirecionar: essa etapa foca em contornar as intromissões concentrando a atenção em outras coisas e realizando outras atividades.

Reavaliar: o ponto aqui é não dar valor demais às investidas do TOC e analisar o que está a funcionar no processo.

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