O programa Domingo Espetacular, da Record, deu destaque, na noite deste domingo (04), ao garimpo ilegal localizado na Fazenda Dardanellos, em Aripuanã (a 1,2 mil km de Cuiabá), que nos últimos dias tem sido destino de uma centena de pessoas de todos os cantos do país em busca de ouro.

O  acompanha a ocupação e exploração irregular.

A matéria da Record constatou no local a escassez de ouro, a decepção de alguns garimpeiros que se agrupam há dias escavando sem parar e aquecimento na economia do município que tem, no momento, se movimentado de forma diferente devido ao fluxo de forasteiros.

A fazenda invadida desde o final de outubro tem uma jazida imensa, o que eleva as expectativas de viajantes e garimpeiros experientes. Ao todo, Trata-de 2,8 mil hectares, em área amazônica, tamanho considerado de pequeno porte.

No entanto, algumas pessoas relatam à reportagem que há dias cavam e, quando encontram o mineral, ele está agarrado com outras pedras e não em “pepitas” como muito se imagina. O ouro encontrado é em pó e a quantidade quase insignificante, pelo menos para ser comparada com Serra Pelada – maior garimpo do Brasil.

Um padeiro em entrevista à TV confessa que para ele a situação tem sido positiva. “Mudou a rotina da cidade. Hoje vendo 3 mil pães por dia, antes era uma média de 1500”.

Em imagens, a reportagem mostra que milhares de pessoas ainda se acomodam em barracas ou como podem. Um garimpeiro relata que há quatro dias escava a terra, mas até agora não encontrou nada. “Depois de 5h trabalhando, começando a aparecer agora. Ainda assim, é muito pouquinho”, diz.

Veja a reportagem do Domingo Espetacular clicando aqui!

Minério na fazenda e pesquisas

O empresário Luiz de Almeida Saliez, dono da fazenda Dardanellos, explica que possui um contrato de 23 anos de uso da área com o grupo Votorantim, que é uma multinacional brasileira. O grupo é concessionário, autorizado pelo Governo Federal, tem alvará, e, de acordo com o fazendeiro, conduz projeto mineral na fazenda milionário. Além disso, explica que são 30 quilômetros de pesquisa, do rio Aripuanã ao rio Branco, é uma serra que vai de um rio a outro e em toda a serra tem minério, a quantidade maior é zinco, mas lá tem outros minérios, tem cobre, tem ferro, tem ouro”.

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